domingo, 1 de abril de 2012

Um simples momento de reflexão

Esse não é bem o tipo de texto que eu imaginaria escrever um dia nesse blog, mas como a ideia sempre foi redigir sobre qualquer coisa, posso fazê-lo com a consciência tranquila, tendo certeza de que não estou traindo o movimento.

VIra-e-mexe eu penso que as pessoas que não me conhecem bem podem tirar conclusões bem erradas sobre mim ao ler certos posts daqui, o que definitivamente acontece e, na maioria das vezes, eu não fico sabendo.

No geral, são dois tipos de reações negativas que chegam até mim: as agressive, sempre de anônimos machões, que falam o que quer e não têm coragem sequer de assinar seus nomes nos comentários, e as mais comedidas, feitas por pessoas que me conhecem e o fazem por provável desapontamento em relação a algum ponto de vista que expus nos textos.

Não posso fazer nada (e não ligo a mínima) em relação ao primeiro grupo, mas o segundo me preocupa, pois justamente por não me conhecer bem é que essas pessoas podem tirar conclusões precipitadas e pensarem que eu sou machista, infeliz, metido, inflexível, dono da verdade e uma infinidade de outras coisas, sem saber que eu sou extremamente sarcástico e que perco o amigo para não perder a piada (o que infelizmente já aconteceu), logo, escrevo qualquer coisa que venha à minha cabeça desde que se encaixe bem no texto, sem nunca me importar com o que vão pensar de mim... é, é bem aí que me dou conta de que eu me importo sim com o que algumas (mas bem uma ou outra mesmo) pessoas vão pensar de mim.

Bom, acho que esse é o preço de se ter um blog, você acaba se expondo e muita gente não capta o espírito da coisa. Só espero que as pessoas certas não o entendam da maneira errada.

Detalhe: esse texto não foi revisado e não será divulgado, somente postado.

sábado, 24 de março de 2012

A teoria da mulher deslizante

“Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto”, esse é o nome do filme(co) que eu tirei a teoria do texto de hoje, onde, em certo ponto, o personagem de Andy Garcia chega junto a uma garota num bar (se eu não me engano) e rola um diálogo que, segundo a minha lembrória, é mais ou menos assim:

– Você está apaixonada?
– O que?
– Você está apaixonada? Porque eu acho que uma mulher apaixonada não deve ser incomodada. Então, você está apaixonada?
– É, digamos que existe alguém, e ele é doido por mim.
– É claro que ele é doido por você, você desliza!
- Deslizo?
- Sim, algumas mulheres andam, outras deslizam, e você desliza.
- Humm.
- Ele te deixa baqueada?
- Defina baqueada.
- Baqueada, quando você pensa nele você não consegue comer, nem dormir. Quando ele sorri, você esquece de todos os homens do mundo...
- Isso é impossível, nenhum homem é capaz disso.
- Mulheres que deslizam precisam de homens que as deixem baqueadas.

Aí ele fala que pode deixá-la baqueada, que só precisa que ela aceite seu convite pra jantar e blablabla.

Além de concordar com a parte que ele diz que mulher apaixonada não deve ser incomodada, notei que esse lance do deslizar realmente existe, mas não do jeito que ele fala no filme.

Eu sou um ser muito atento a tudo que acontece à minha volta, então olho pra maioria das pessoas que passam por mim, consequentemente, para as mulheres também. A maioria delas andam, mas algumas são tão graciosas que parecem deslizar, tipo propaganda de perfume, sabe?

Não sei se essas mulheres que deslizam realmente precisam de um baque, sei que elas me causam um baque e (momento confissão) eu geralmente acabo fazendo alguma coisa que as afastam de mim.

segunda-feira, 12 de março de 2012

E The Baseballs canta "Ai se eu te Pego"

A comunidade rocker está chocada! Santo deus! Apareceu um vídeo oficial do The Baseballs cantando "Ai se eu te Pego", de Michel Teló.

Pra quem não sabe do que se trata, The Baseballs é uma banda (mais precisamente uma boy band) alemã que pega os sucessos pop do momento e os fazem em versão rockabilly. Então você, que não conhece a banda, deve estar se perguntando "ué, então qual é o motivo da indignação?". Pois é, nenhum.

A banda já gravou Rihanna, Usher, Katy Perry, Pussycat Dolls, Jennifer Lopez, Robbie Williams, Beyoncé, Maroon 5, Alicia Keys, Lady Gaga, 50 Cent, Britney Spears, Backstreet Boys, Ke$ha, Will Smith e até Roxette. A versão de "Ai se eu te Pego" sequer foi gravada, o vídeo mostra os caras da banda cantando numa passagem de som, provavelmente para um momento de descontração com o público que, com certeza, foi à loucura em todas as vezes em que a brincadeira foi feita. E não rolou a versão "Oh if I Catch You", em inglês, não, foi em português mesmo.

Aí eu me pergunto qual é o demérito de Michel Teló em relação aos outros artistas que tiveram suas canções regravadas pela boy band alemã? Absolutamente nenhum! Muito pelo contrário, pois é um artista brasileiro, cantando em português que conseguiu estourar pela Europa para europeus. E isso não é pleonasmo, pois alguns podem dizer "Ah, mas Ivete fez um show no Madison Square Garden!", "Ah, mas Claudinha Leitte também lota casas de show pela Europa!". Ivete alugou o Madison Square Garden para fazer um DVD e encher o rabo de dinheiro aqui no Brasil, não duvido nada que os ingressos tenham sido distribuídos de graça nas comunidades brasileiras de Nova York. Claudia Leitte fez shows pela Europa, assim como várias outras bandas ou bandos tupiniquins, basicamente para as comunidades brasileiras com um ou outro gato pingado gringo.

Além disso, tenho certeza que tanto os fãs europeus do The Baseballs quanto os próprios caras da banda tenham pensado que nós, brasileiros, devemos ter ficados orgulhosos com a homenagem. Mal sabem eles que nós somos um povo tão culturamente preconceituoso, que odiou o vídeo.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Teorias do How I Met Your Mother - Tempo

Mais uma da série 'Teorias do How I Met Your Mother' que é simples e direta! Aliás, essa é tão simples e direta que eu só registrei a teoria em si, sem me recordar de qual personagem a falou e da situação em que foi dita.

A teoria diz que você não pode se comprometer com uma pessoa por um período maior do que o tempo que vocês estão juntos. Aí vão os exemplos:

Joãozinho e Mariazinha estão juntos há dois meses e Joãozinho inventa de fazer uma viagem para o litoral no próximo mês. No próximo mês é menos tempo do que eles estão juntos, então tá tudo certo!

Outro casal, Pedrinho (o do banheiro cheiroso) e Joaninha namoram há quatro meses e Joaninha sugere uma viagem para a Europa nas férias dos dois, que é daqui seis meses. Primeiro que Joaninha está se precipitando, segundo que eles terão problemas, pois o prazo para a viagem acontecer passa em dois meses do tempo que o casal está junto.

Claro que isso pode variar de pessoa pra pessoa, mas essa é uma medida bem segura no caso de surgir uma insegurança pra propor ou aceitar um compromisso com a pessoa com que estamos envolvidos ou nos envolvendo.

Aliás, no caso da viagem para a Europa, eu sugiro até dobrar esse tempo, pois aí é algo que envolve uma quantia razoável de dinheiro, gastos compartilhados entre o casal e tudo o mais que vem no pacote. Além disso, o problema maior é a convivência, pois em seis meses não se convive propriamente junto à pessoa tempo suficiente pra saber se dá pra aguentar passar dez ou quinze dias (ou melhor, 240 ou 360 horas) ininterruptas com o/a "amado/a".

Por um lado, isso pode funcionar meio que como um teaser para um casamento ou ajuntamento, mas por outro, pode acabar com tudo, pois você acaba sendo obrigado a conviver de uma vez só com certos defeitos e manias que seriam conhecidos aos poucos e, como tudo será jogado de uma vez nas suas costas, o impacto da decepção será enorme, ao contrário do que ocorreria sem a viagem ou se ela rolasse tempos mais tarde.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estado de São Paulo, complicando a sua vida!

Minha carteira de habilitação está pra vencer, portanto é tempo de renová-la. Procurei nas internês qual é o procedimento para prorrogar a minha licença para dirigir por mais cinco anos e me espantei: o agendamento agora é feito pela internet, assim como para tirar ou renovar passaporte, porém, você não escolhe o horário, somente o dia. Sim, é um absurdo, mas como estou between jobs, "sem problemas", disse a mim mesmo.

Preenchi o cadastro, imprimi o comprovante de agendamento, que para meu positivo espanto tinha data disponível para o dia seguinte, e li as instruções, que diziam ser preciso levar apenas um comprovante de endereço (cópia e original) e a CNH. Recomendava-se chegar com dez minutos de antecedência e alertava que a tolerância era de dez minutos de atraso.

Havia algumas especificações sobre o comprovante de endereço, que exigia certas correspondências ou que fosse de parente, caso em que seria necessário documento original e cópia do tal parente. Como a única conta aqui de casa que está no meu nome é a da NET, levei ela mesmo, afinal também é uma empresa que oferece linha telefônica, apesar de eu não usufruir desse serviço. Dizia também que a foto seria tirada lá mesmo, tal como no caso do passaporte.

Chegando lá me deparei com um posto todo bonito, modernoso e com ar condicionado no talo, o que me agradou muito. Peguei a fila da triagem e quando a garota me chamou, fui até ela e disse "bom dia". Não obtive resposta.

Ela pegou meus documentos e disse que não era aceita a conta da NET a não ser que tivesse telefone. Ok, risco que eu assumi, beleza, mas ela disse que era necessária cópia da CNH, o que não estava especificado nas instruções, assim como não estava especificado que é necessário pagar uma taxa e fazer o tal do "exame médico". Vendo o site do Detran-SP, a impressão que se tem é que você chega lá e sai com a nova habilitação no bolso instantaneamente. No fim das contas, tenho que esperar três dias para reagendar, como se não tivesse cumprido com o meu compromisso de comparecer, e voltar com tudo de novo para provavelmente ser informado de que falta alguma outra coisa, provavelmente a foto.

O Estado até tenta modernizar os serviços ao cidadão, mas tropeça nas coisas mais simples. Custa deixar o desgraçado escolher a hora que lhe é mais conveniente? Custa passar todas as instruções de maneira clara? Tenho certeza que não, o que custa é justamente o contrário, é a falta de informação dada, que faz necessário mais funcionários contratados somente pra informar que você, o idiota, não está com todos os documentos e tem que perder mais horas de trabalho, o que felizmente não é o meu caso, e voltar outro dia.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Como montar uma banda

Fico fulo da vida quando vejo uma pessoa que quer montar uma banda e procura músicos que sejam tão fanáticos quanto ela a um determinado estilo.

Outro dia um cara chegou pra mim com a seguinte proposta: "estou montando uma banda de Power Metal e só tá faltando o baterista, porque tá difícil arrumar um que aguente o tranco, tá a fim?". Recusei instantaneamente. Primeiro porque o conceito de Power Metal de hoje se resume em tocar o mais rápido possível, com levadas de bateria somente com bumbo duplo e um cara que pensa que é uma soprano nos vocais.

Sem querer criticar o estilo, mas isso não me agrada, e me agrada menos ainda querer que uma banda já nasça dentro de uma fórmula manjada.

Para montar uma banda é preciso encontrar, antes de qualquer coisa, amigos. O gosto de cada um é o que menos importa, pois é a convivência que vai definir se a coisa funcionará ou não. Se todos se derem bem, souberem ceder e apresentar suas ideias, a chance de dar certo é muito grande, sem contar que provavelmente um novo estilo será criado e todos estarão felizes em colaborar com algo realmente próprio, sem limites e livre de classificações.

Prova disso é uma banda que eu fiz um frila chamada Lunatik. O gosto de cada músico ali é diverso, a forma de compor é bem democrática. O resultado? Canções bacanas de um estilo próprio que não tem classificação. Confira com os próprios ouvidos clicando aqui.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

As melhores introduções do rock!

Muitas músicas não têm introdução, começam já na paulada. Algumas têm um simples riff que se repete durante todo o tempo, outras começam só com uma virada de bateria, mas introdução mesmo é uma parada foda! É algo que te prepara pra o que está por vir, são praticamente as preliminares pra parte principal e, se for feita direito, te leva ao clímax no final! E aí vai uma lista das melhores introduções da hisória do rock, segundo minha opinião e memória!

Baba O'Riley - The Who

Prison Song - System of a Down

Hot For Teatcher - Van Halen

Painkiller - Judas Priest

Territory - Sepultura

2112 - Rush

Where the Streets Have No Name - U2

The Number of the Beast - Iron Maiden

Time - Pink Floyd

Perry Mason - Ozzy Osbourne

Yankee Rose - David Lee Roth

Sole Survivor - Helloween