Minha carteira de habilitação está pra vencer, portanto é tempo de renová-la. Procurei nas internês qual é o procedimento para prorrogar a minha licença para dirigir por mais cinco anos e me espantei: o agendamento agora é feito pela internet, assim como para tirar ou renovar passaporte, porém, você não escolhe o horário, somente o dia. Sim, é um absurdo, mas como estou between jobs, "sem problemas", disse a mim mesmo.
Preenchi o cadastro, imprimi o comprovante de agendamento, que para meu positivo espanto tinha data disponível para o dia seguinte, e li as instruções, que diziam ser preciso levar apenas um comprovante de endereço (cópia e original) e a CNH. Recomendava-se chegar com dez minutos de antecedência e alertava que a tolerância era de dez minutos de atraso.
Havia algumas especificações sobre o comprovante de endereço, que exigia certas correspondências ou que fosse de parente, caso em que seria necessário documento original e cópia do tal parente. Como a única conta aqui de casa que está no meu nome é a da NET, levei ela mesmo, afinal também é uma empresa que oferece linha telefônica, apesar de eu não usufruir desse serviço. Dizia também que a foto seria tirada lá mesmo, tal como no caso do passaporte.
Chegando lá me deparei com um posto todo bonito, modernoso e com ar condicionado no talo, o que me agradou muito. Peguei a fila da triagem e quando a garota me chamou, fui até ela e disse "bom dia". Não obtive resposta.
Ela pegou meus documentos e disse que não era aceita a conta da NET a não ser que tivesse telefone. Ok, risco que eu assumi, beleza, mas ela disse que era necessária cópia da CNH, o que não estava especificado nas instruções, assim como não estava especificado que é necessário pagar uma taxa e fazer o tal do "exame médico". Vendo o site do Detran-SP, a impressão que se tem é que você chega lá e sai com a nova habilitação no bolso instantaneamente. No fim das contas, tenho que esperar três dias para reagendar, como se não tivesse cumprido com o meu compromisso de comparecer, e voltar com tudo de novo para provavelmente ser informado de que falta alguma outra coisa, provavelmente a foto.
O Estado até tenta modernizar os serviços ao cidadão, mas tropeça nas coisas mais simples. Custa deixar o desgraçado escolher a hora que lhe é mais conveniente? Custa passar todas as instruções de maneira clara? Tenho certeza que não, o que custa é justamente o contrário, é a falta de informação dada, que faz necessário mais funcionários contratados somente pra informar que você, o idiota, não está com todos os documentos e tem que perder mais horas de trabalho, o que felizmente não é o meu caso, e voltar outro dia.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Como montar uma banda
Fico fulo da vida quando vejo uma pessoa que quer montar uma banda e procura músicos que sejam tão fanáticos quanto ela a um determinado estilo.
Outro dia um cara chegou pra mim com a seguinte proposta: "estou montando uma banda de Power Metal e só tá faltando o baterista, porque tá difícil arrumar um que aguente o tranco, tá a fim?". Recusei instantaneamente. Primeiro porque o conceito de Power Metal de hoje se resume em tocar o mais rápido possível, com levadas de bateria somente com bumbo duplo e um cara que pensa que é uma soprano nos vocais.
Sem querer criticar o estilo, mas isso não me agrada, e me agrada menos ainda querer que uma banda já nasça dentro de uma fórmula manjada.
Para montar uma banda é preciso encontrar, antes de qualquer coisa, amigos. O gosto de cada um é o que menos importa, pois é a convivência que vai definir se a coisa funcionará ou não. Se todos se derem bem, souberem ceder e apresentar suas ideias, a chance de dar certo é muito grande, sem contar que provavelmente um novo estilo será criado e todos estarão felizes em colaborar com algo realmente próprio, sem limites e livre de classificações.
Prova disso é uma banda que eu fiz um frila chamada Lunatik. O gosto de cada músico ali é diverso, a forma de compor é bem democrática. O resultado? Canções bacanas de um estilo próprio que não tem classificação. Confira com os próprios ouvidos clicando aqui.
Outro dia um cara chegou pra mim com a seguinte proposta: "estou montando uma banda de Power Metal e só tá faltando o baterista, porque tá difícil arrumar um que aguente o tranco, tá a fim?". Recusei instantaneamente. Primeiro porque o conceito de Power Metal de hoje se resume em tocar o mais rápido possível, com levadas de bateria somente com bumbo duplo e um cara que pensa que é uma soprano nos vocais.
Sem querer criticar o estilo, mas isso não me agrada, e me agrada menos ainda querer que uma banda já nasça dentro de uma fórmula manjada.
Para montar uma banda é preciso encontrar, antes de qualquer coisa, amigos. O gosto de cada um é o que menos importa, pois é a convivência que vai definir se a coisa funcionará ou não. Se todos se derem bem, souberem ceder e apresentar suas ideias, a chance de dar certo é muito grande, sem contar que provavelmente um novo estilo será criado e todos estarão felizes em colaborar com algo realmente próprio, sem limites e livre de classificações.
Prova disso é uma banda que eu fiz um frila chamada Lunatik. O gosto de cada músico ali é diverso, a forma de compor é bem democrática. O resultado? Canções bacanas de um estilo próprio que não tem classificação. Confira com os próprios ouvidos clicando aqui.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
As melhores introduções do rock!
Muitas músicas não têm introdução, começam já na paulada. Algumas têm um simples riff que se repete durante todo o tempo, outras começam só com uma virada de bateria, mas introdução mesmo é uma parada foda! É algo que te prepara pra o que está por vir, são praticamente as preliminares pra parte principal e, se for feita direito, te leva ao clímax no final! E aí vai uma lista das melhores introduções da hisória do rock, segundo minha opinião e memória!
Baba O'Riley - The Who
Prison Song - System of a Down
Hot For Teatcher - Van Halen
Painkiller - Judas Priest
Territory - Sepultura
2112 - Rush
Where the Streets Have No Name - U2
The Number of the Beast - Iron Maiden
Time - Pink Floyd
Perry Mason - Ozzy Osbourne
Yankee Rose - David Lee Roth
Sole Survivor - Helloween
Baba O'Riley - The Who
Prison Song - System of a Down
Hot For Teatcher - Van Halen
Painkiller - Judas Priest
Territory - Sepultura
2112 - Rush
Where the Streets Have No Name - U2
The Number of the Beast - Iron Maiden
Time - Pink Floyd
Perry Mason - Ozzy Osbourne
Yankee Rose - David Lee Roth
Sole Survivor - Helloween
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Panela feia é que faz comida boa!
É, meu caro, Sérgio Reis não estava totalmente certo!
E vamos começar com os avisos! Primeiramente, quero deixar claro que não estou falando de experiências minhas, isso é apenas uma teoria que foi tema de uma conversa de boteco com um amigo. Segundamente, antes que alguém me crucifique, é a natureza do ser humano tentar conseguir sexo a todo momento e, do mesmo jeito que os homens estão sempre atrás disso, as mulheres também estão. E, veja bem, estou falando unicamente de sexo, não de relacionamentos.
Enfim, conversa vai, Guinness vêm, o tema "performance sexual feminina" surgiu na mesa e um amigo soltou a seguinte frase: "mulher bonita acha que não precisa fazer nada para ser boa de cama, pois pensa que se garante só com sua beleza, então o sexo com ela será o mais convencional possível. Já a feia, sabe que é imprescindível ser marcante na performance, que precisa proporcionar ao cara coisas que a bonita vai ficar com frescura".
Ambas querem conseguir mais sexo com suas performances, tanto casual quanto definitivo (arrumar um namorado/noivo/marido), depende do que ela quer no momento, assim como esperam que o homem tenha muito tesão por elas, aí novamente entra a teoria: a bonita acha que o cara tem tesão pela beleza, a feia sabe que tem que despertar isso no cara de outra forma.
Fazendo uma pesquisa rápida e nada científica com amigos, concluí que no geral, realmente as menos providas de beleza são as que têm melhor performance, pois ao citar a teoria e pedir para pensarem no caso, apenas um não concordou, mas como a namorada dele no momento é bem bonita, talvez ele tenha mentido pra dizer que era um privilegiado.
No fim das contas, isso não significa necessariamente que toda bonita seja ruim de cama ou que toda feia seja boa. Nem que não se pode ter bom sexo com uma bonita e mau com uma feia. Talvez tenha sido só coincidência, mas se alguma bela moça quiser me provar que a teoria está errada, estou à disposição!
E vamos começar com os avisos! Primeiramente, quero deixar claro que não estou falando de experiências minhas, isso é apenas uma teoria que foi tema de uma conversa de boteco com um amigo. Segundamente, antes que alguém me crucifique, é a natureza do ser humano tentar conseguir sexo a todo momento e, do mesmo jeito que os homens estão sempre atrás disso, as mulheres também estão. E, veja bem, estou falando unicamente de sexo, não de relacionamentos.
Enfim, conversa vai, Guinness vêm, o tema "performance sexual feminina" surgiu na mesa e um amigo soltou a seguinte frase: "mulher bonita acha que não precisa fazer nada para ser boa de cama, pois pensa que se garante só com sua beleza, então o sexo com ela será o mais convencional possível. Já a feia, sabe que é imprescindível ser marcante na performance, que precisa proporcionar ao cara coisas que a bonita vai ficar com frescura".
Ambas querem conseguir mais sexo com suas performances, tanto casual quanto definitivo (arrumar um namorado/noivo/marido), depende do que ela quer no momento, assim como esperam que o homem tenha muito tesão por elas, aí novamente entra a teoria: a bonita acha que o cara tem tesão pela beleza, a feia sabe que tem que despertar isso no cara de outra forma.
Fazendo uma pesquisa rápida e nada científica com amigos, concluí que no geral, realmente as menos providas de beleza são as que têm melhor performance, pois ao citar a teoria e pedir para pensarem no caso, apenas um não concordou, mas como a namorada dele no momento é bem bonita, talvez ele tenha mentido pra dizer que era um privilegiado.
No fim das contas, isso não significa necessariamente que toda bonita seja ruim de cama ou que toda feia seja boa. Nem que não se pode ter bom sexo com uma bonita e mau com uma feia. Talvez tenha sido só coincidência, mas se alguma bela moça quiser me provar que a teoria está errada, estou à disposição!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Tem certeza que já fomos mais inteligentes, Carlos Nascimento?
Ontem, no Jornal do SBT, o jornalista Carlos Nascimento, ex-Globo e cujo estilo sempre me agradou, fez a abertura, sem dúvida, mais comentada da história do jornalismo na rede do Silvio Santos, a qual vi pessoas dizendo que foi um verdadeiro tapa na cara, que finalmente alguém disse a verdade e até que não há mais nada a ser dito. Segue abaixo a transcrição integral da abertura:
"Boa noite. Olha, ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas, porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro. Primeiro um programa de televisão em que se discute um estupro, que por si só já é um absurdo, negado pelos dois protagonistas. Segundo, uma pessoa que ninguém conhece vira uma celebridade na mídia somente porque o nome apareceu milhões de vezes na internet. Luíza já voltou do Canadá, e nós já fomos mais inteligentes".
Primeiro, desde quando um estupro é algo fútil? É justamente pela gravidade do ato que está sendo tão discutido, e principalmente por ter sido transmitido ao vivo pela maior rede televisiva do país! O programa no qual o fato ocorreu é sim muito fútil, mas o ato e a discussão não são!
Segundo, repetir frases de propagandas pode até ser algo idiota, mas é feito no mundo todo e provavelmente desde a existência da publicidade! Quem nunca perguntou "quem bate?" com intonação inocente ao ouvir batidas numa porta e ouviu "é o frio" como resposta da pessoa que batia? Quem nunca olhou para um Fernando e fez o comentário "bonita camisa, Fernandinho"? Quem nunca respondeu "heeeeeinnn?" quando alguém lhe fez uma pergunta e ouviu o outro responder "vitrooola"? Para citar uma mais recente, quem nunca ao menos solfejou a melodia dos Pôneis Malditos?
Será que discutir o absurdo de um estupro mostrado em rede nacional e citar a fala de um comercial é realmente um sinal do emburrecimento da população brasileira? Eu acho que não.
"Boa noite. Olha, ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas, porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro. Primeiro um programa de televisão em que se discute um estupro, que por si só já é um absurdo, negado pelos dois protagonistas. Segundo, uma pessoa que ninguém conhece vira uma celebridade na mídia somente porque o nome apareceu milhões de vezes na internet. Luíza já voltou do Canadá, e nós já fomos mais inteligentes".
Primeiro, desde quando um estupro é algo fútil? É justamente pela gravidade do ato que está sendo tão discutido, e principalmente por ter sido transmitido ao vivo pela maior rede televisiva do país! O programa no qual o fato ocorreu é sim muito fútil, mas o ato e a discussão não são!
Segundo, repetir frases de propagandas pode até ser algo idiota, mas é feito no mundo todo e provavelmente desde a existência da publicidade! Quem nunca perguntou "quem bate?" com intonação inocente ao ouvir batidas numa porta e ouviu "é o frio" como resposta da pessoa que batia? Quem nunca olhou para um Fernando e fez o comentário "bonita camisa, Fernandinho"? Quem nunca respondeu "heeeeeinnn?" quando alguém lhe fez uma pergunta e ouviu o outro responder "vitrooola"? Para citar uma mais recente, quem nunca ao menos solfejou a melodia dos Pôneis Malditos?
Será que discutir o absurdo de um estupro mostrado em rede nacional e citar a fala de um comercial é realmente um sinal do emburrecimento da população brasileira? Eu acho que não.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Teorias do How I Met Your Mother - Escala Hot/Crazy
Uma das teorias mais legais e certeiras da série também é, provavelmente, a mais difícil de ser explicada. Por isso esse será o primeiro texto do blog a conter uma imagem! \o/
A escala Hot/Crazy é o seguinte: toda mulher tem um nível de gostosura e um de loucura. Essa escala nada mais é do que uma maneira de equilibrar essas duas coisas de forma que, se a dita-cuja for louca, ela tem que ser equivalentemente gostosa.
Para exemplificar, Barney, o personagem da foto, apresenta um gráfico onde a linha vertical é o nível de gostosura e a horizontal o de loucura. Quanto mais gostosa, mais pra cima você marca e quanto mais louca, mais para a direita. O ideal é o ponto de encontro dos níveis ser acima da linha amarela, que é o equilíbrio perfeito. Se fica um pouco para baixo, ainda pode valer a pena arriscar, mas se chegar perto da área vermelha, é extremamente arriscado!

É, até que não foi tão difícil assim... se bem que sem a imagem seria quase impossível. Bom, o que importa é que se deve sempre ponderar esse tipo de coisa, pois se envolver com uma garota que tem Crazy Eyes é problema na certa. Ah, e vale para mulheres também!
A escala Hot/Crazy é o seguinte: toda mulher tem um nível de gostosura e um de loucura. Essa escala nada mais é do que uma maneira de equilibrar essas duas coisas de forma que, se a dita-cuja for louca, ela tem que ser equivalentemente gostosa.
Para exemplificar, Barney, o personagem da foto, apresenta um gráfico onde a linha vertical é o nível de gostosura e a horizontal o de loucura. Quanto mais gostosa, mais pra cima você marca e quanto mais louca, mais para a direita. O ideal é o ponto de encontro dos níveis ser acima da linha amarela, que é o equilíbrio perfeito. Se fica um pouco para baixo, ainda pode valer a pena arriscar, mas se chegar perto da área vermelha, é extremamente arriscado!
É, até que não foi tão difícil assim... se bem que sem a imagem seria quase impossível. Bom, o que importa é que se deve sempre ponderar esse tipo de coisa, pois se envolver com uma garota que tem Crazy Eyes é problema na certa. Ah, e vale para mulheres também!
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Se quero comer carne, ter religião e ouvir funk, é problema meu!
Algumas pessoas querem que o mundo siga as suas ideologias, religião ou gosto musical. Por um lado, esse é um sentimento muito nobre, pois se achamos que agir de maneira x vai melhorar a nossa vida, esperamos o mesmo para o próximo, mas nada nobre é a maneira com que essas pessoas tentam atingir os demais, e as redes sociais estão infestadas de exemplos.
Veganos (um tipo de vegetariano mais radical e mais ativista) vivem postando fotos de seres humanos no lugar de comida dizendo que carne é carne, fotos de leitões sendo despejados aos montes escrito que se fossem cachorros nos sentiríamos chocados e outras coisas do tipo. Discutir? Besteira, eles conhecem todas as respostas o suficiente para rebatê-las com outro argumento idiota. Mas pior ainda são os carnívoros que endeusam o bacon como provocação aos veganos.
Católicos postam fotos de santos com mensagens positivistas, evangélicos citando apenas Jesus. Legal, com isso eles não criticam e nem pedem a conversão de ninguém, mas os ateus, não contentes, estão começando a encher o saco criticando os crentes com "frases de efeito". O bom senso passa longe.
Rockeiros postam comparações idiotas com letras de clássicos do gênero com funks cariocas, como se a diferença entre ambos fosse apenas no conteúdo dos versos, e sentandos em cima de seus rabos, pois há muitas bandas famosas e endeusadas com letras esdrúxulas, inclusive com conteúdos semelhantes. Aceitar o gosto do vizinho, por pior que possa ser considerado, nunca, né?
Existem outros exemplos, mas em todos os casos há algo muito simples em comum: a falta de respeito com o próximo. Sem contar que, por mais que se tenha certeza de que você está certo e todos estão errados, é muita burrice querer que todos ajam como você. Se eu quero comer carne, ter alguma religião e ouvir determinado tipo de música o problema é unicamente meu! Deal with that!
Veganos (um tipo de vegetariano mais radical e mais ativista) vivem postando fotos de seres humanos no lugar de comida dizendo que carne é carne, fotos de leitões sendo despejados aos montes escrito que se fossem cachorros nos sentiríamos chocados e outras coisas do tipo. Discutir? Besteira, eles conhecem todas as respostas o suficiente para rebatê-las com outro argumento idiota. Mas pior ainda são os carnívoros que endeusam o bacon como provocação aos veganos.
Católicos postam fotos de santos com mensagens positivistas, evangélicos citando apenas Jesus. Legal, com isso eles não criticam e nem pedem a conversão de ninguém, mas os ateus, não contentes, estão começando a encher o saco criticando os crentes com "frases de efeito". O bom senso passa longe.
Rockeiros postam comparações idiotas com letras de clássicos do gênero com funks cariocas, como se a diferença entre ambos fosse apenas no conteúdo dos versos, e sentandos em cima de seus rabos, pois há muitas bandas famosas e endeusadas com letras esdrúxulas, inclusive com conteúdos semelhantes. Aceitar o gosto do vizinho, por pior que possa ser considerado, nunca, né?
Existem outros exemplos, mas em todos os casos há algo muito simples em comum: a falta de respeito com o próximo. Sem contar que, por mais que se tenha certeza de que você está certo e todos estão errados, é muita burrice querer que todos ajam como você. Se eu quero comer carne, ter alguma religião e ouvir determinado tipo de música o problema é unicamente meu! Deal with that!
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