Desde o dia em que criei esse blog, uma coisa percebi: a frequência das postagens varia de acordo com o meu trabalho oficial, por assim dizer.
Quando publiquei o primeiro texto, fazia a função 1 na empresa X, e era uma beleza! Tinha post novo diariamente e qualquer besteirinha que via no dia-a-dia era o suficiente para me inspirar a escrever algo, mesmo que ninguém lesse, até o dia que passei para a função 2 na mesma empresa X.
Trabalho semi-novo pode não precisar do mesmo tempo de adaptação do que um zero quilômetro, mas ainda assim precisei me concentrar na nova rotina profissional por um tempo, o que fez o blog ficar meio de lado e acabou influenciando numa desempolgação e uma pausa de mais ou menos um ano.
Adaptado à já não tão nova função e inspirado por uma mudança significativa na minha vida, retomei a publicação de textos e foi a melhor fase do blog, tanto no conteúdo quanto na repercussão. Acabou que voltei para a função 1, o que não exigiu adaptação e logo em seguida entrei no passaralho (gíria que nunca tinha ouvido até então) da empresa e fiquei em casa por uns meses, o que me fez continuar escrevendo até que fui contratado na empresa Y para a função 3, completamente diferente da 1 e da 2, exigindo uma dedicação nem mais nem menos puxada, apenas diferente e o suficiente para tirar o meu foco do blog mais uma vez, postando esporadicamente um texto ou outro.
Agora acredito estar adaptado à tal função 3 na empresa Y e pretendo voltar a postar com certa frequência por aqui. Inspiração não falta, a única diferença em relação ao início do blog é que agora eu tenho que tomar mais cuidado com o que escrevo... confesso que quando ninguém lia, essa parte era bem mais fácil.
domingo, 8 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Fórmula Indy em SP, um show de gafes!
Quem se liga um pouco em automobilismo deve ter assistido à transmissão da Band do GP de São Paulo da Fórmula Indy, ou melhor, do Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, nome oficial do evento que a emissora fez questão de pronunciar inteiro em todas as opotunidades possíveis.
Trinta e oito câmeras posicionadas pelo circuito para levar a você todos os detalhes da corrida! No papel seria ótimo, mas a primeira ultrapassagem mostrada foi apenas na sétima volta, e não era nada incomum eles focalizarem um carro quando o protagonista era outro, deixar acidentes e ultrapassagens sem replays ou com os piores ângulos possíveis. Isso porque o narrador-gagá chegou a dizer que as imagens seriam levadas à NBC (ou sei lá qual emissora norte-americana) para eles verem como se faz uma transmissão de corrida de rua, provavelmente servindo de exemplo negativo.
Sem contar que o microfone da Luiza Possi falhou magistralmente quando ela cantou o hino dos Estados Unirdo, o mesmo que ocorreu quando o chefão bandeirante deu a ordem para os pilotos ligarem os motores. O inglês dos repórteres entrevistando os pilotos também foi um show à parte.
Mas o senhor Luciano do Valle, o narrador-gagá, esse sim roubou a cena! Seguem abaixo algumas pérolas ditas por ele durante a transmissão:
"Leidis endi gentlemen, istarti iór engines". Ele quis dizer Ladies and gentlemen, star your engines.
"...os pilotos entraram com cuidado na gincana". Ele quis dizer chicane
"Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé. É 300 porque são 300 quilômetros". Ele quis dizer milhas
"...aqui no Ãnhambi". Ele quis dizer Anhembi
"o clima está aberto aqui na zona sul". Ele quis dizer norte
"Ráian-Rei-Ranter", "Raian Reirral", "Runter Reirral" (tudo com R de rato mesmo). Ele sempre quis dizer Ryan Hunter-Reay
"Dessa vez os caças estão vindo mais devagar... ...não estão mais devagar não, é que eu estava vendo no super-slow". Sem comentários
"Que pena o Barrichello. Bateu nas duas traves, em cima e embaixo". o.O
E pra fechar com chave de ouro, o pódio! Fizeram o Will Power beber um leite choco que a câmera nem pegou direito, depois foram os "famosos quem?" entregar os troféus, aí veio a cereja: gostosas genéricas embaladas a vácuo levaram as "champanhes" para os pilotos, que simplesmente não conseguiam tirar as rolhas...
ROLHAS!
Alguém pelamordedeus avisa essa galera que a parada deve ser entregue já aberta aos caras!?
Aaahhh, avisa não! A gente se diverte com isso! =)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Conclusão: sou bipolar!
É incrível como opiniões podem variar em relação a uma mesma pessoa. Pegando a mim mesmo como exemplo, conheço pessoas que me acham:
- Tímido, porque fico vermelho quando ouço ou conto algumas piadas (o que não significa que eu esteja com vergonha)
- Desinibido, porque toco e subo no palco com a maior naturalidade
- Contido, por me segurar em certos momentos
- Cara-de-pau, por falar qualquer coisa pra qualquer pessoa em qualquer momento
- Organizado, por saber onde fica cada um dos meus cds, dvds, jogos, livros e afins
- Desorganizado, por deixar algumas roupas em cima de uma cadeira no meu quarto
- Pontual, porque quase nunca chego atrasado a um compromisso
- Atrasado, porque sempre chego mais atrasado em compromissos com pessoas que sei que são atrasadas
- Gastão, por pagar caro em coisas que eu gosto
- Mão-de-vaca, por não gostar de gastar dinheiro com coisas que não gosto
- Bem controlado financeiramente, por nunca ter usado limite, ter tido um cheque devolvido ou atrasado uma conta
- Um desastre financeiro, porque não guardo dinheiro de modo regular
- Feminista, por algumas mulheres que me conhecem
- Machista, por algumas mulheres que lêem esse blog
- Seguro, porque cumprimento numa boa o presidente da empresa
- Inseguro, porque recuo quando me deparo com uma mulher que desliza
- Nerd, por quem não é nerd
- Leigo, por quem é nerd
Enfim, se eu me empolgar mais a lista vai longe, e do jeito que é comigo, é com todos. Podemos enxergar uma alma gêmea em alguém que nos enxerga como o seu oposto. Se isso é bom ou ruim, sinceramente eu não sei dizer.
- Tímido, porque fico vermelho quando ouço ou conto algumas piadas (o que não significa que eu esteja com vergonha)
- Desinibido, porque toco e subo no palco com a maior naturalidade
- Contido, por me segurar em certos momentos
- Cara-de-pau, por falar qualquer coisa pra qualquer pessoa em qualquer momento
- Organizado, por saber onde fica cada um dos meus cds, dvds, jogos, livros e afins
- Desorganizado, por deixar algumas roupas em cima de uma cadeira no meu quarto
- Pontual, porque quase nunca chego atrasado a um compromisso
- Atrasado, porque sempre chego mais atrasado em compromissos com pessoas que sei que são atrasadas
- Gastão, por pagar caro em coisas que eu gosto
- Mão-de-vaca, por não gostar de gastar dinheiro com coisas que não gosto
- Bem controlado financeiramente, por nunca ter usado limite, ter tido um cheque devolvido ou atrasado uma conta
- Um desastre financeiro, porque não guardo dinheiro de modo regular
- Feminista, por algumas mulheres que me conhecem
- Machista, por algumas mulheres que lêem esse blog
- Seguro, porque cumprimento numa boa o presidente da empresa
- Inseguro, porque recuo quando me deparo com uma mulher que desliza
- Nerd, por quem não é nerd
- Leigo, por quem é nerd
Enfim, se eu me empolgar mais a lista vai longe, e do jeito que é comigo, é com todos. Podemos enxergar uma alma gêmea em alguém que nos enxerga como o seu oposto. Se isso é bom ou ruim, sinceramente eu não sei dizer.
domingo, 1 de abril de 2012
Um simples momento de reflexão
Esse não é bem o tipo de texto que eu imaginaria escrever um dia nesse blog, mas como a ideia sempre foi redigir sobre qualquer coisa, posso fazê-lo com a consciência tranquila, tendo certeza de que não estou traindo o movimento.
VIra-e-mexe eu penso que as pessoas que não me conhecem bem podem tirar conclusões bem erradas sobre mim ao ler certos posts daqui, o que definitivamente acontece e, na maioria das vezes, eu não fico sabendo.
No geral, são dois tipos de reações negativas que chegam até mim: as agressive, sempre de anônimos machões, que falam o que quer e não têm coragem sequer de assinar seus nomes nos comentários, e as mais comedidas, feitas por pessoas que me conhecem e o fazem por provável desapontamento em relação a algum ponto de vista que expus nos textos.
Não posso fazer nada (e não ligo a mínima) em relação ao primeiro grupo, mas o segundo me preocupa, pois justamente por não me conhecer bem é que essas pessoas podem tirar conclusões precipitadas e pensarem que eu sou machista, infeliz, metido, inflexível, dono da verdade e uma infinidade de outras coisas, sem saber que eu sou extremamente sarcástico e que perco o amigo para não perder a piada (o que infelizmente já aconteceu), logo, escrevo qualquer coisa que venha à minha cabeça desde que se encaixe bem no texto, sem nunca me importar com o que vão pensar de mim... é, é bem aí que me dou conta de que eu me importo sim com o que algumas (mas bem uma ou outra mesmo) pessoas vão pensar de mim.
Bom, acho que esse é o preço de se ter um blog, você acaba se expondo e muita gente não capta o espírito da coisa. Só espero que as pessoas certas não o entendam da maneira errada.
Detalhe: esse texto não foi revisado e não será divulgado, somente postado.
VIra-e-mexe eu penso que as pessoas que não me conhecem bem podem tirar conclusões bem erradas sobre mim ao ler certos posts daqui, o que definitivamente acontece e, na maioria das vezes, eu não fico sabendo.
No geral, são dois tipos de reações negativas que chegam até mim: as agressive, sempre de anônimos machões, que falam o que quer e não têm coragem sequer de assinar seus nomes nos comentários, e as mais comedidas, feitas por pessoas que me conhecem e o fazem por provável desapontamento em relação a algum ponto de vista que expus nos textos.
Não posso fazer nada (e não ligo a mínima) em relação ao primeiro grupo, mas o segundo me preocupa, pois justamente por não me conhecer bem é que essas pessoas podem tirar conclusões precipitadas e pensarem que eu sou machista, infeliz, metido, inflexível, dono da verdade e uma infinidade de outras coisas, sem saber que eu sou extremamente sarcástico e que perco o amigo para não perder a piada (o que infelizmente já aconteceu), logo, escrevo qualquer coisa que venha à minha cabeça desde que se encaixe bem no texto, sem nunca me importar com o que vão pensar de mim... é, é bem aí que me dou conta de que eu me importo sim com o que algumas (mas bem uma ou outra mesmo) pessoas vão pensar de mim.
Bom, acho que esse é o preço de se ter um blog, você acaba se expondo e muita gente não capta o espírito da coisa. Só espero que as pessoas certas não o entendam da maneira errada.
Detalhe: esse texto não foi revisado e não será divulgado, somente postado.
sábado, 24 de março de 2012
A teoria da mulher deslizante
“Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto”, esse é o nome do filme(co) que eu tirei a teoria do texto de hoje, onde, em certo ponto, o personagem de Andy Garcia chega junto a uma garota num bar (se eu não me engano) e rola um diálogo que, segundo a minha lembrória, é mais ou menos assim:
– Você está apaixonada?
– O que?
– Você está apaixonada? Porque eu acho que uma mulher apaixonada não deve ser incomodada. Então, você está apaixonada?
– É, digamos que existe alguém, e ele é doido por mim.
– É claro que ele é doido por você, você desliza!
- Deslizo?
- Sim, algumas mulheres andam, outras deslizam, e você desliza.
- Humm.
- Ele te deixa baqueada?
- Defina baqueada.
- Baqueada, quando você pensa nele você não consegue comer, nem dormir. Quando ele sorri, você esquece de todos os homens do mundo...
- Isso é impossível, nenhum homem é capaz disso.
- Mulheres que deslizam precisam de homens que as deixem baqueadas.
Aí ele fala que pode deixá-la baqueada, que só precisa que ela aceite seu convite pra jantar e blablabla.
Além de concordar com a parte que ele diz que mulher apaixonada não deve ser incomodada, notei que esse lance do deslizar realmente existe, mas não do jeito que ele fala no filme.
Eu sou um ser muito atento a tudo que acontece à minha volta, então olho pra maioria das pessoas que passam por mim, consequentemente, para as mulheres também. A maioria delas andam, mas algumas são tão graciosas que parecem deslizar, tipo propaganda de perfume, sabe?
Não sei se essas mulheres que deslizam realmente precisam de um baque, sei que elas me causam um baque e (momento confissão) eu geralmente acabo fazendo alguma coisa que as afastam de mim.
– Você está apaixonada?
– O que?
– Você está apaixonada? Porque eu acho que uma mulher apaixonada não deve ser incomodada. Então, você está apaixonada?
– É, digamos que existe alguém, e ele é doido por mim.
– É claro que ele é doido por você, você desliza!
- Deslizo?
- Sim, algumas mulheres andam, outras deslizam, e você desliza.
- Humm.
- Ele te deixa baqueada?
- Defina baqueada.
- Baqueada, quando você pensa nele você não consegue comer, nem dormir. Quando ele sorri, você esquece de todos os homens do mundo...
- Isso é impossível, nenhum homem é capaz disso.
- Mulheres que deslizam precisam de homens que as deixem baqueadas.
Aí ele fala que pode deixá-la baqueada, que só precisa que ela aceite seu convite pra jantar e blablabla.
Além de concordar com a parte que ele diz que mulher apaixonada não deve ser incomodada, notei que esse lance do deslizar realmente existe, mas não do jeito que ele fala no filme.
Eu sou um ser muito atento a tudo que acontece à minha volta, então olho pra maioria das pessoas que passam por mim, consequentemente, para as mulheres também. A maioria delas andam, mas algumas são tão graciosas que parecem deslizar, tipo propaganda de perfume, sabe?
Não sei se essas mulheres que deslizam realmente precisam de um baque, sei que elas me causam um baque e (momento confissão) eu geralmente acabo fazendo alguma coisa que as afastam de mim.
segunda-feira, 12 de março de 2012
E The Baseballs canta "Ai se eu te Pego"
A comunidade rocker está chocada! Santo deus! Apareceu um vídeo oficial do The Baseballs cantando "Ai se eu te Pego", de Michel Teló.
Pra quem não sabe do que se trata, The Baseballs é uma banda (mais precisamente uma boy band) alemã que pega os sucessos pop do momento e os fazem em versão rockabilly. Então você, que não conhece a banda, deve estar se perguntando "ué, então qual é o motivo da indignação?". Pois é, nenhum.
A banda já gravou Rihanna, Usher, Katy Perry, Pussycat Dolls, Jennifer Lopez, Robbie Williams, Beyoncé, Maroon 5, Alicia Keys, Lady Gaga, 50 Cent, Britney Spears, Backstreet Boys, Ke$ha, Will Smith e até Roxette. A versão de "Ai se eu te Pego" sequer foi gravada, o vídeo mostra os caras da banda cantando numa passagem de som, provavelmente para um momento de descontração com o público que, com certeza, foi à loucura em todas as vezes em que a brincadeira foi feita. E não rolou a versão "Oh if I Catch You", em inglês, não, foi em português mesmo.
Aí eu me pergunto qual é o demérito de Michel Teló em relação aos outros artistas que tiveram suas canções regravadas pela boy band alemã? Absolutamente nenhum! Muito pelo contrário, pois é um artista brasileiro, cantando em português que conseguiu estourar pela Europa para europeus. E isso não é pleonasmo, pois alguns podem dizer "Ah, mas Ivete fez um show no Madison Square Garden!", "Ah, mas Claudinha Leitte também lota casas de show pela Europa!". Ivete alugou o Madison Square Garden para fazer um DVD e encher o rabo de dinheiro aqui no Brasil, não duvido nada que os ingressos tenham sido distribuídos de graça nas comunidades brasileiras de Nova York. Claudia Leitte fez shows pela Europa, assim como várias outras bandas ou bandos tupiniquins, basicamente para as comunidades brasileiras com um ou outro gato pingado gringo.
Além disso, tenho certeza que tanto os fãs europeus do The Baseballs quanto os próprios caras da banda tenham pensado que nós, brasileiros, devemos ter ficados orgulhosos com a homenagem. Mal sabem eles que nós somos um povo tão culturamente preconceituoso, que odiou o vídeo.
Pra quem não sabe do que se trata, The Baseballs é uma banda (mais precisamente uma boy band) alemã que pega os sucessos pop do momento e os fazem em versão rockabilly. Então você, que não conhece a banda, deve estar se perguntando "ué, então qual é o motivo da indignação?". Pois é, nenhum.
A banda já gravou Rihanna, Usher, Katy Perry, Pussycat Dolls, Jennifer Lopez, Robbie Williams, Beyoncé, Maroon 5, Alicia Keys, Lady Gaga, 50 Cent, Britney Spears, Backstreet Boys, Ke$ha, Will Smith e até Roxette. A versão de "Ai se eu te Pego" sequer foi gravada, o vídeo mostra os caras da banda cantando numa passagem de som, provavelmente para um momento de descontração com o público que, com certeza, foi à loucura em todas as vezes em que a brincadeira foi feita. E não rolou a versão "Oh if I Catch You", em inglês, não, foi em português mesmo.
Aí eu me pergunto qual é o demérito de Michel Teló em relação aos outros artistas que tiveram suas canções regravadas pela boy band alemã? Absolutamente nenhum! Muito pelo contrário, pois é um artista brasileiro, cantando em português que conseguiu estourar pela Europa para europeus. E isso não é pleonasmo, pois alguns podem dizer "Ah, mas Ivete fez um show no Madison Square Garden!", "Ah, mas Claudinha Leitte também lota casas de show pela Europa!". Ivete alugou o Madison Square Garden para fazer um DVD e encher o rabo de dinheiro aqui no Brasil, não duvido nada que os ingressos tenham sido distribuídos de graça nas comunidades brasileiras de Nova York. Claudia Leitte fez shows pela Europa, assim como várias outras bandas ou bandos tupiniquins, basicamente para as comunidades brasileiras com um ou outro gato pingado gringo.
Além disso, tenho certeza que tanto os fãs europeus do The Baseballs quanto os próprios caras da banda tenham pensado que nós, brasileiros, devemos ter ficados orgulhosos com a homenagem. Mal sabem eles que nós somos um povo tão culturamente preconceituoso, que odiou o vídeo.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Teorias do How I Met Your Mother - Tempo
Mais uma da série 'Teorias do How I Met Your Mother' que é simples e direta! Aliás, essa é tão simples e direta que eu só registrei a teoria em si, sem me recordar de qual personagem a falou e da situação em que foi dita.
A teoria diz que você não pode se comprometer com uma pessoa por um período maior do que o tempo que vocês estão juntos. Aí vão os exemplos:
Joãozinho e Mariazinha estão juntos há dois meses e Joãozinho inventa de fazer uma viagem para o litoral no próximo mês. No próximo mês é menos tempo do que eles estão juntos, então tá tudo certo!
Outro casal, Pedrinho (o do banheiro cheiroso) e Joaninha namoram há quatro meses e Joaninha sugere uma viagem para a Europa nas férias dos dois, que é daqui seis meses. Primeiro que Joaninha está se precipitando, segundo que eles terão problemas, pois o prazo para a viagem acontecer passa em dois meses do tempo que o casal está junto.
Claro que isso pode variar de pessoa pra pessoa, mas essa é uma medida bem segura no caso de surgir uma insegurança pra propor ou aceitar um compromisso com a pessoa com que estamos envolvidos ou nos envolvendo.
Aliás, no caso da viagem para a Europa, eu sugiro até dobrar esse tempo, pois aí é algo que envolve uma quantia razoável de dinheiro, gastos compartilhados entre o casal e tudo o mais que vem no pacote. Além disso, o problema maior é a convivência, pois em seis meses não se convive propriamente junto à pessoa tempo suficiente pra saber se dá pra aguentar passar dez ou quinze dias (ou melhor, 240 ou 360 horas) ininterruptas com o/a "amado/a".
A teoria diz que você não pode se comprometer com uma pessoa por um período maior do que o tempo que vocês estão juntos. Aí vão os exemplos:
Joãozinho e Mariazinha estão juntos há dois meses e Joãozinho inventa de fazer uma viagem para o litoral no próximo mês. No próximo mês é menos tempo do que eles estão juntos, então tá tudo certo!
Outro casal, Pedrinho (o do banheiro cheiroso) e Joaninha namoram há quatro meses e Joaninha sugere uma viagem para a Europa nas férias dos dois, que é daqui seis meses. Primeiro que Joaninha está se precipitando, segundo que eles terão problemas, pois o prazo para a viagem acontecer passa em dois meses do tempo que o casal está junto.
Claro que isso pode variar de pessoa pra pessoa, mas essa é uma medida bem segura no caso de surgir uma insegurança pra propor ou aceitar um compromisso com a pessoa com que estamos envolvidos ou nos envolvendo.
Aliás, no caso da viagem para a Europa, eu sugiro até dobrar esse tempo, pois aí é algo que envolve uma quantia razoável de dinheiro, gastos compartilhados entre o casal e tudo o mais que vem no pacote. Além disso, o problema maior é a convivência, pois em seis meses não se convive propriamente junto à pessoa tempo suficiente pra saber se dá pra aguentar passar dez ou quinze dias (ou melhor, 240 ou 360 horas) ininterruptas com o/a "amado/a".
Por um lado, isso pode funcionar meio que como um teaser para um casamento ou ajuntamento, mas por outro, pode acabar com tudo, pois você acaba sendo obrigado a conviver de uma vez só com certos defeitos e manias que seriam conhecidos aos poucos e, como tudo será jogado de uma vez nas suas costas, o impacto da decepção será enorme, ao contrário do que ocorreria sem a viagem ou se ela rolasse tempos mais tarde.
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